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Estado quase constante de sono paradoxal. Terça-feira, agosto 14, 2012. Ela achava que era somente em membros amputados que havia a tal dor fantasma, nunca considerou o coração como um membro. ah, sempre ela, a maldita dor fantasma que como uma praga continuava a assolar o espaço onde um dia existiu um coração.
Quarta-feira, fevereiro 02, 2011. Quem nasce na beira da praia, tenha a crença que tiver, um dia ou outro escuta a Sereia. Quem nasce na praia é filho de Cristo, de Buda, Shiva, Maomé. Mas quando lava os cabelos na casa da Rainha sente o sal dos seus carinhos, o ninar das suas ondas e se entrega. E tem licença poética! Que não fiquem enciumados Todos os Santos, porque quem nasce nos braços de Iemanjá. É, antes de tudo, filho do Mar. Domingo, janeiro 16, 2011. Vivendo e aprendendo a jogar.
Quarta-feira, dezembro 18, 2013. Foi-se a época na qual eu costumava manter um blog por uma lista de motivos fúteis, anteriormente considerados essenciais. Atualmente, o único motivo que me faz continuar a escrever é justamente escrever. Escrevo pura e simplesmente pela escrita, sem que haja o menor compromisso ou qualquer outro tipo de preocupação, senão continuar escrevendo. Penso demais, falo de menos e escrevo na medida certa.
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Pornográfico, hedonista, doentio e imoral. Sou um poeta nato, falido e combalido. Sexta-feira, 19 de dezembro de 2014. Merda, escarro, mijo. Flores, mel, borboletas. Vômito, sangue, porra. Arco-íris, cachorrinhos, chocolate. Bukowski, Hemmingway, Burroughs. Drummond, Cecília, Florbela. Risperidona, Olanzapina, Quetiapina. Florais de Bach, Reiki, cristais. Foda-se, FDP, VTNC. Olá, bom dia, obrigado.
Quarta-feira, 1 de outubro de 2014. Escuto um uivo silencioso que pede para que o corpo encontre sua essência sagrada, livre, intuitiva e sábia. Sussurra no ar, no fogo, na terra e na água para que os pés afundem na lama e sintam, criem, experimentem e dancem, dancem de olhos fechados na beira de um rio ou de um abismo, dancem na alvorada ou na lua cheia, dancem até que os quadris por si só libertem em giros infindos a mulher selvagem que em nossa alma habita! Domingo, 11 de maio de 2014.